ROI, MQLs, funis bem otimizados — tudo isso faz parte do dia a dia de um líder de Marketing. Mas e se eu te disser que, na corrida desenfreada por esses números, muitas vezes acabamos sabotando a nós mesmos? Não, não estou falando de falta de esforço. Estou falando de uma armadilha sutil, mas que pode comprometer sua estratégia de Marketing e, acredite, até mesmo o futuro da sua marca: a Idiotice Artificial.
Você já se pegou perguntando algo para uma IA e a resposta pareceu meio… burra? Rasa, genérica, sem a profundidade ou sem o contexto que você esperava? Pois é. O problema não está na máquina em si. Está no conteúdo que nós, humanos, fornecemos para ela processar.
E, muitas vezes, ele é de tão baixa qualidade, tão vazio de propósito, que literalmente treina os algoritmos para ignorarem ou distorcerem a mensagem da sua marca.
Essa é a grande verdade que precisamos encarar: a Inteligência Artificial é um reflexo. Ela apenas repete o que a gente produz. Se o que colocamos lá é barulho, ela amplifica o barulho. E ele, meu amigo… tem um custo altíssimo para o seu orçamento e seus objetivos. Vou te explicar melhor!

Quando a pressão por volume gera barulho
A gente sabe como é. O mercado acelera, a concorrência aumenta e, de repente, parece que o único caminho é produzir mais, mais e mais. Quantidade vira o mantra.
E-mail Marketing, posts em redes sociais, artigos no blog… a pauta nunca para. Mas, no meio de tanta pressa para cumprir meta, a qualidade se perde, o propósito evapora e o que sobra é, na maioria das vezes, só barulho.
Esse barulho, que muitos ainda confundem com estratégia, é a matéria-prima perfeita para a Idiotice Artificial.
Hoje, 92% dos consumidores buscam informações online antes de comprar. O brasileiro passa, em média, 9h13 por dia conectado e cerca de 144 milhões de pessoas (66% da população) são ativas nas redes sociais.
Todo esse universo de busca e interação, que representa a jornada do seu cliente, é o que alimenta as IAs.
Se a sua marca está produzindo conteúdo genérico, repetitivo e sem valor real, ela está, ativamente, ensinando essas IAs a desconsiderar o que você tem a dizer.
É como se você estivesse pagando para ser irrelevante.
A IA é um espelho, ela só repete o que a gente produz
A ideia de que a Inteligência Artificial é uma entidade onisciente, que vai descobrir a sua marca por conta própria, é um grande engano.
A IA é, essencialmente, um reflexo do ecossistema digital que criamos. Ela é treinada com dados — e o conteúdo que as marcas publicam é uma parte gigantesca dessas informações.
Quando você entrega para a IA um conteúdo que não tem voz, que não tem propósito ou que simplesmente repete o que todo mundo já disse, o que você espera que ela faça? Ela vai repetir. Ela vai sintetizar.
Mas ela não vai destacar a sua marca. Não vai criar conexão. Ela simplesmente vai processar informação, sem diferenciar o seu valor único.
Revistas especializadas já alertam sobre como a IA generativa está, silenciosamente, distorcendo a mensagem das marcas. Estamos observando perda de coerência, de relevância, de veracidade. Conteúdos que se tornam saturados de informações irrelevantes, diluindo a mensagem original.
E o pior: o risco de zero-click, onde o usuário nem chega ao seu conteúdo oficial, confiando apenas no que a IA sintetizou — uma síntese que, se baseada em barulho, será apenas uma síntese de irrelevância.
Como o barulho afeta a geração de MQLs e a conversa com a diretoria?
Vamos ser pragmáticos. Você precisa comprovar o valor do seu trabalho. E o barulho impede isso. Conteúdo de baixa qualidade, gerado em volume, é um ladrão silencioso do seu orçamento e dos seus resultados.
Primeiro, na geração de MQLs. Se o seu conteúdo é facilmente ignorado pelas IAs, ele simplesmente não chega à persona certa, no momento certo. Ou, quando chega, não tem a profundidade necessária para educar, engajar e qualificar.
Você pode ter um funil de Marketing, mas ele se torna um funil furado, onde os leads entram com baixa qualidade ou nem chegam a entrar, impactando diretamente suas metas de vendas e, consequentemente, a sua capacidade de colaborar efetivamente com o time comercial.
Segundo, e não menos importante, na conversa com a diretoria. Imagine apresentar um relatório de ROI baseado em métricas de vaidade, como número de visualizações em posts genéricos ou likes em conteúdo raso.
Como você defende o investimento em Marketing se o barulho não se converte em leads qualificados e, por fim, em receita?

Os 4 tipos de conteúdo que treinam a IA a ignorar sua marca
Para vencer essa batalha contra a Idiotice Artificial, o primeiro passo é reconhecer o inimigo. E, muitas vezes, ele mora dentro da nossa própria estratégia de conteúdo.
Os 4 tipos de conteúdo que ensinam a IA a ser burra podem nos ajuda a diagnosticar rapidamente o que está dando errado.
Vamos a eles:
1. O conteúdo Wikipédia (completo, mas sem alma)
Esse é aquele conteúdo que tem todas as informações. É técnico, exaustivo, responde a todas as perguntas sobre um tema. Mas… falta alguma coisa. Não tem paixão, não tem ponto de vista, não tem a voz autêntica da sua marca. É informativo, mas não é inspirador.
Por que ele falha em diferenciar sua marca e gerar leads de vendas?
A falha do conteúdo Wikipédia é simples: se o seu post poderia ser publicado por qualquer empresa, a IA nunca vai mencionar sua marca.
Pense na IA como um curador de informações. Se o seu conteúdo é indistinguível de centenas de outros, por que ela escolheria a sua marca para destacar? Ele falha em diferenciar porque não estabelece uma conexão emocional ou um valor único. Ele entrega fatos, mas não experiências.
Como você espera que um lead se qualifique ou se sinta atraído a conversar com seu time de vendas se o seu conteúdo não transmite uma identidade forte, uma razão para escolher a sua marca em vez da concorrência?
Se todas as empresas criarem apenas com base no algoritmo, tudo vai permanecer igual. Tudo vai ser uma reciclagem de conteúdo já existente. E o consumidor nota isso. Você nunca vai chamar a atenção, nunca vai ter diferenciação. E se você não consegue se diferenciar, você briga pelo ‘mais do mesmo’, vira commodity. O preço cai e você se torna invisível aos olhos do cliente.Rodolfo BenettiCSO da Orgânica Digital
2. O conteúdo espelho (fala de você, não para o cliente)
O conteúdo espelho é focado no eu. Minha empresa é a melhor. Meu produto tem a funcionalidade X, Y e Z. Meus serviços são os mais completos. Ele olha para dentro, para o umbigo da marca, em vez de olhar para fora, para as dores e necessidades do cliente.
O erro de focar no produto e não na dor real da persona
O grande erro aqui é esquecer que o cliente não compra o produto, ele compra a solução para um problema. Ele não quer saber o que seu produto faz, mas o que ele resolve para ele.
Se o seu conteúdo só fala das suas próprias qualidades, sem fazer essa ponte direta com a realidade do seu público, ele vira um monólogo cansativo.
As pessoas podem até chegar ao seu site, mas não se sentirão representadas. Não verão o valor que sua solução pode trazer para os desafios que elas enfrentam. Isso não gera leads qualificados; gera visitantes que rapidamente percebem que a conversa não é para eles. Em vez de atrair, esse conteúdo vai fazer a duração das sessões despencar no GA4.
Case Cresol: solução para o conteúdo espelho
A Cresol é uma cooperativa de crédito que enfrentava o desafio de comunicar seus diferenciais em um mercado concorrido.
Tradicionalmente, o setor financeiro tende a um conteúdo espelho, focando em taxas, produtos e vantagens institucionais. Mas a Cresol queria ser diferente. Ela queria mostrar que estava ao lado do cooperado, entendendo suas dores e aspirações.
A nossa estratégia começou com uma profunda imersão na realidade dos cooperados. Em vez de falar do que a Cresol oferecia, passamos a falar sobre seus valores, que dialogavam com os sonhos e desafios da comunidade que a cooperativa apoiava.
Como o foco em autenticidade e propósito gerou +135% de visibilidade no blog?
Ao focar em autenticidade e propósito, a Cresol deixou de ser apenas mais uma instituição financeira para se tornar um parceiro de confiança.
A visibilidade do blog disparou em +135% em menos de 1 ano de projeto, consolidando o seu espaço em um segmento concorrido e com empresas gigantes!
A parceria entre a Cresol e a Orgânica já soma quase 10 anos e tem sido essencial para nossa evolução online. Com o apoio da Orgânica, construímos o site e o blog da Cresol, incorporando novidades que impulsionaram nossas estratégias de conteúdo e de anúncios. Essa jornada juntos nos trouxe grandes resultados e tenho certeza de que continuará por muitos anos!Mariane de OliveiraGerente de Comunicação e Marketing da Cresol
3. O conteúdo amigo (simpático, mas raso)
Ah, o conteúdo amigo! Ele é leve, divertido, fácil de consumir. Às vezes, até viraliza. Mas, no fundo, é um conteúdo raso. Ele arranha a superfície, mas não entrega profundidade ou valor estratégico. É como um bate-papo informal que não leva a lugar nenhum.
O desafio de provar o valor de métricas de vaidade
Esse tipo de conteúdo é um terreno perigoso para quem precisa comprovar o ROI.
O conteúdo amigo gera muitas métricas de vaidade: likes, compartilhamentos, comentários superficiais. Ele pode até melhorar o engajamento de curto prazo, mas raramente se traduz em leads qualificados ou vendas.
E nós voltamos à grande questão: como você justifica para a diretoria um investimento significativo em Marketing se o resultado são apenas números de engajamento que não impactam o caixa?
4. O conteúdo errado (o lixo digital)
Este é o tipo mais problemático. O conteúdo errado é, na verdade, o lixo digital. É o conteúdo mal pesquisado, cheio de erros, desatualizado, ou que aborda tópicos completamente irrelevantes para a sua persona e seu negócio. É o desespero por volume sem nenhuma curadoria.
O impacto de não ter curadoria e ferir a credibilidade da marca
O conteúdo errado não apenas não gera resultados, como também prejudica ativamente a credibilidade da sua marca.
Em um cenário onde a IA busca a melhor versão da história para contar, ele é o que a ensina a disseminar desinformação, ou pior, a ignorar completamente sua marca por falta de confiabilidade.
Ferir a credibilidade da marca é algo extremamente difícil de reverter. Como sua equipe de vendas vai abordar um prospect que encontrou informações erradas ou enganosas vindas da sua própria empresa?
A ausência de curadoria transforma seu Marketing em uma usina de lixo digital, que desqualifica a sua marca, desperdiça o orçamento e torna a geração de MQLs uma missão impossível.
O método Content+Performance contra a Idiotice Artificial
Depois de identificar os tipos de conteúdo que alimentam a Idiotice Artificial, a boa notícia é que existe uma cura.
E essa cura se chama Content+Performance. Esse é o nosso método na Orgânica, construído sobre a premissa de que conteúdo autoral, útil e confiável não é apenas o que vende, mas é também o que educa a IA para que ela trabalhe a seu favor.
O Content+Performance não é uma fórmula mágica, é uma consciência!
Uma consciência de que o conteúdo não pode ser apenas mais um post; ele precisa ter alma, propósito e, acima de tudo, gerar resultados tangíveis. É o ponto onde o Branding se encontra com o ROI.
O Content+Performance traz a essência da empresa. A gente consegue extrair todas as questões que são únicas da marca e adicionar o toque de criatividade — que é algo único do ser humano, que as IAs não conseguem perpetuar. Além disso, identificamos qual é a intenção desse conteúdo: eu sei onde ele vai se conectar com a outra ação que estou fazendo, seja uma grande campanha ou o lançamento de um produto, por exemplo.Rodolfo BenettiCSO da Orgânica Digital
Os 7 princípios do conteúdo inteligente
Para que o Content+Performance funcione, nós nos guiamos por 7 princípios que transformam o barulho em conteúdo inteligente:
Intencionalidade
Todo conteúdo deve nascer com um propósito claro. O que ele precisa provocar no seu público? Qual dor ele resolve, qual desejo ele atende, qual pergunta ele responde? Se a resposta for nada, então ele não deve ser publicado.
Infotenimento
Conteúdo relevante não precisa ser chato. Precisamos unir informação valiosa com uma abordagem envolvente, capaz de capturar e manter a atenção da persona. O conhecimento, quando bem empacotado, é muito mais eficaz.
Relevância
Este princípio é sobre se importar genuinamente com a persona. O conteúdo deve ser direcionado para as dores e desafios do seu público-alvo, oferecendo soluções e insights que realmente façam a diferença na sua jornada.
Confiança
Na era da desinformação, a credibilidade é ouro. Seu conteúdo precisa ser embasado, verídico e construído sobre a autoridade da sua marca. A confiança é a base para que a IA (e seus clientes) passem a te ver como uma fonte confiável.
Autenticidade
Sua marca tem uma voz, uma história, valores únicos. Um conteúdo inteligente traduz essa autenticidade, impedindo que a sua mensagem seja genérica e facilmente replicada por qualquer concorrente ou pela própria IA.
Crescimento
Conteúdo inteligente não é uma ilha. Ele deve ser pensado como parte de uma estratégia maior, conectando diferentes pontos do funil e impulsionando o crescimento da marca em todas as frentes: SEO, mídias sociais, mídia paga. Tudo em sinergia, com um único propósito.
Se importar, importa
Este é o princípio que permeia todos os outros. O Marketing Digital de verdade é sobre pessoas. Se você realmente se importa com o seu cliente, com os desafios que ele enfrenta, e traduz isso em cada peça de conteúdo, a diferença será notável. Isso é o que humaniza a sua marca e estabelece um relacionamento duradouro.
O objetivo triplo: Relevância (para a persona), Reputação (para a marca) e Receita (para o negócio)
No Content+Performance, cada conteúdo precisa gerar, no mínimo, uma dessas três coisas: relevância, reputação ou receita. Idealmente, as três!
Se ele não gera nenhuma delas, ele é só barulho. E, como já sabemos, barulho não paga as contas nem convence a diretoria.
Esses três pontos são um resumo de tudo que já trouxe até aqui, mas que nos ajuda a entender o problema da Idiotice Artificial a partir de visões diferentes:
- Relevância: o conteúdo é valioso e útil para a persona, abordando suas dores e oferecendo soluções.
- Reputação: o conteúdo constrói a autoridade da marca, posicionando-a como líder de pensamento e fonte confiável.
- Receita: o conteúdo gera oportunidades de negócio, qualifica leads e contribui diretamente para as vendas.
Este é o triângulo que guia cada uma das nossas ações, para garantir que cada esforço de conteúdo se traduza em valor real e mensurável!
Case SuperPro Bettanin: geração de receita a partir do conteúdo
A SuperPro Bettanin, empresa que atua no segmento de limpeza profissional, entrou em contato com a Orgânica com o objetivo de crescer o negócio a partir de estratégias digitais.
O desafio era criar um conteúdo interessante para distribuidores e gestores, que utilizam produtos de limpeza profissional, ao mesmo tempo que fosse possível apresentar as soluções da SuperPro de forma orgânica.
Como o blog foi criado do zero, tivemos que lidar com uma concorrência bem estabelecida e com forte presença digital.
A estratégia da Orgânica, baseada no método Content+Performance, foi mergulhar nas dores das personas, desenvolvendo conteúdos que chegassem a quem realmente importava, e da maneira certa.
Como a estratégia de conteúdo com qualidade gerou +1116% em oportunidades
Ao aplicar o Content+Performance, focando em intencionalidade, relevância e autenticidade, os resultados foram excelentes.
A estratégia de conteúdo gerou um aumento impressionante de +1.116% em oportunidades de negócio para a SuperPro Bettanin.
Isso não foi sorte. Foi o reflexo de um conteúdo que conversa diretamente com as dores da persona e nutre com informações valiosas até o momento da decisão de compra.
“A incrível atuação da Orgânica no Marketing Digital elevou nossa empresa de limpeza a um novo patamar de sucesso em todo o Brasil. Sua visão estratégica e criatividade destacaram nossa marca no mercado, estabelecendo um vínculo emocional com nosso público-alvo. A transformação da nossa presença digital é inspiradora, refletindo nosso propósito de maneira impactante. Sua expertise em SEO, estratégias de conteúdo e gestão de campanhas nos trouxe visibilidade e resultados mensuráveis. Obrigado por nos colocarem no mapa e por nos guiar rumo à liderança no competitivo setor de limpeza institucional. Seu comprometimento com a excelência é notável e gratificante.”
Patricia Cardoso – Analista de Marketing da SuperPro Bettanin
O primeiro passo não é técnico, é cultural
Até aqui, foi fácil concordar. É fácil odiar conteúdo genérico, fácil culpar o algoritmo. Mas o momento mais incômodo é quando percebemos que, muitas vezes, a Idiotice Artificial começa dentro da nossa própria empresa.
O conteúdo não nasce do briefing. Ele nasce da cultura. Se a sua cultura é feita de pressa, se o time só entrega para cumprir pauta, se a estratégia foi trocada pela urgência e cada post virou uma meta sem propósito… então você já é, em certa medida, uma produtora de Idiotice Artificial.
Por que sua cultura de Marketing pode estar premiando volume, não valor?
Essa é a pergunta que não quer calar. Por que nos deixamos levar por essa corrida louca?
Muitas vezes, a resposta está enraizada em métricas erradas, na falta de alinhamento com vendas ou simplesmente em uma compreensão limitada do real poder do Marketing de Conteúdo.
A cultura de Marketing que premia volume, e não valor, é aquela que confunde atividade com produtividade, que mede esforço e não impacto.
As empresas passam a premiar a quantidade de posts, a frequência de e-mails, o número de campanhas lançadas… em vez de focar na qualidade do lead gerado, na taxa de conversão ou no impacto real na receita.
Essa mentalidade gera um ciclo vicioso onde a equipe de Marketing se sente compelida a produzir mais e mais, sacrificando a pesquisa, a estratégia e a autenticidade.
E, no final das contas, o resultado é mais barulho para a IA processar e mais dificuldade para comprovar o ROI.
Como o líder de Marketing pode mudar a filosofia da equipe da urgência para a estratégia?
A mudança não virá de uma nova ferramenta ou de mais um plugin. Virá de uma mudança cultural. E o líder de Marketing é quem tem o poder de iniciar essa transformação:
- Crie uma intenção antes de criar um conteúdo: antes de apertar o botão publicar, pergunte-se: “O que esse conteúdo faz pelo meu público? Ele resolve uma dor, atende a um desejo, responde a uma pergunta crucial?”.
- Transforme o briefing em conversa: as melhores pautas não nascem em documentos isolados. Pergunte para o cliente, para o vendedor, para o time de suporte. As boas ideias e as dores mais latentes estão lá, na linha de frente.
- Deixe a IA te ajudar, mas não te substituir: a IA pode pesquisar, testar títulos, estruturar ideias. Mas lembre-se: a parte humana é o que ensina a máquina. Se você tira o humano, tira a inteligência também.
- Comece pequeno, mas comece certo: um conteúdo bem feito por semana vale mais que vinte rasos em um dia. Priorize a qualidade e o propósito, mesmo que o volume seja menor no início.
Você precisa mudar o jeito como a sua empresa enxerga a comunicação. Não é mais sobre o que vamos postar essa semana. É sobre o que queremos ensinar para o mercado. É sobre criar com alma e distribuir com propósito.
O desafio não é vencer a IA, é parar de alimentar a Idiotice Artificial
O futuro do Marketing não está em uma corrida incessante contra a Inteligência Artificial. Nem em tentar superá-la em volume. O verdadeiro desafio, o passo mais corajoso que você pode dar, é parar de alimentar a Idiotice Artificial.
As marcas que vão sobreviver e prosperar na era da IA são aquelas que pensam com consciência, que criam com alma e que distribuem com propósito.
É hora de questionar as velhas práticas, de abraçar o novo, com coragem e o apoio necessário. É hora de buscar a cura para o barulho e transformar seu Marketing em uma ferramenta poderosa de relevância, reputação e, claro, receita.
A Orgânica Digital, agência de Marketing com mais de 18 anos de atuação no mercado, possui um time de especialistas focado em fazer empresas se destacarem de forma saudável no ambiente digital.
Descubra como o nosso método Content+Performance pode alinhar sua marca aos 7 princípios do conteúdo inteligente e gerar mais relevância, reputação e receita para o seu negócio. Solicite um diagnóstico gratuito da sua estratégia!
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